sábado, 30 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
Programa de Rádio - YAHOO FM!
sexta-feira, 11 de março de 2011
Adeus bagulho!
O projeto Cata-Bagulho recolhe todos aqueles objetos inservíveis que ficariam esperando uma oportunidade para serem despejados de maneira irregular. “Objetos como sofás, colchões em desuso, madeiras e metais são retirados, menos restos de obras”, esclarece a Assessoria de Imprensa da Subprefeitura Sé sobre a confusão frequente.
Na tentativa de mudar o hábito da população, a ação é dividida em Subprefeituras, que são divisões administrativas dos municípios na cidade. Cada sub possui a sua programação. “A operação é feita uma vez por semana em cada distrito até o meio-dia, o material deve ser colocado em frente às casas pontualmente”, comenta a assessoria.
São traçados circuitos pré-estabelecidos abrangendo a Subprefeitura do trajeto, sempre em perímetros. Após o horário determinado, não haverá mais coleta do material no mesmo dia. Caso isso aconteça os interessados podem deixar o material disponível nos chamados ECOPONTOS. O mais próximo está localizado no Baixos do Viaduto Glicério, Centro, e funciona de segunda à sexta-feira das 8h às 18h e sábados, domingos e feriados, das 7h às 14h.
Os Ecopontos são pontos para entrega desses materiais, em dias não programados, mas com cotas. Podem ser depositados diariamente apenas 1m³ , o que equivale a 1 caixa d`água cheia. Se superior, é necessário solicitar uma caçamba cadastrada pela Prefeitura. Também há a alternativa de contatar a Central de Triagem de Lixo eletrônico que recolhe e aproveita eletrodomésticos.
Mais informações sobre os dias e locais da operação Cata Bagulho no seu Bairro estão no site da prefeitura: www.prefeitura.sp.gov.br
terça-feira, 1 de março de 2011
WIN
domingo, 27 de fevereiro de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
A novela Tiririca
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Fazer o bem
O Dia Mackenzie Voluntário, evento consagrado e de muito sucesso, chegou à sua sétima edição. Promovido pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie, o evento inicialmente não era um projeto, mas a comemoração do aniversário da Universidade. A primeira edição contou com 4 mil voluntários e atendeu 57 mil pessoas. De lá pra cá, esse número não para de crescer.
Deu tão certo que, a partir do segundo ano, se transformou e um projeto com objetivos bem claros: formar o caráter ético-social do aluno, movimentar a cultura organizacional da universidade envolvendo professores e funcionários, alimentar o espirito mackenzista e atender a atender e comunidade. "Este ano tivemos cerca de 28 mil voluntários, que atenderam mais de 450 mil pessoas. Os objetivos foram mais que atingidos", diz o Reverendo Marcos Antônio Serjo da Costa, diretor do comitê gestor de Responsabilidade Social e Filantropia do Mackenzie e idealizador do projeto.
O Dia Mackenzie Voluntário está presente em 12 estados, no Distrito Federal e no Paraguai. O evento atende comunidades carentes, em ações que se renovam a cada ano. Assim como cresce o projeto, crescem as atividades que fazem parte dele. É o exemplo da Muralha Cultural liderada pela Profa. Esmeralda Rizzo, diretora do Centro de Comunicação e Letras da Universidade. Presente no Evento desde a primeira edição, a atividade já promoveu a construção de diversas bibliotecas e doações de livros a instituições carentes. Na ultima edição do evento, foram doados 1.712 livros.
Sobre as expectativas para o próximo Dia Mackenzie Voluntário, em 2011. O Reverendo Marcos declara: "Sem muita publicidade, conseguiremos por volta de 40mil voluntários e atenderemos uma estimativa de 600 mil pessoas.
De voluntários a amigos
O ultimo dia do evento teve atividades recreativas para crianças. Inicialmente, a intenção para realizar uma atividade que o líder João Pedro Piragibe, aluno de Jornalismo do Mackenzie, chamou de "mega-ação social". "Eu tinha em mente fazer uma feira de conscientização ambiental, de atividades artísticas, enfim, reunir diversos estandes com iniciativas sociais, mas foi inviável, explica.
A solução foi seguir a mesma proposta do ano, também organizada por ele, em que os voluntários visitaram a Associação Criança Brasil, em Osasco. O estudante ressalta que um grande incentivo foi lato numero de interessados em participar como voluntários. "Deixei abertas 45 vagas. Em pouco tempo esse numero estourou. Isso me fez ter a certeza de que não deixaria de fazer o vento, mesmo que fazer o evento, mesmo que fosse mais difícil", afirma.
Uma da voluntárias foi a estudantes de Biologia Natalia Carvale, 17 anos. Por sua experiência em butês infantis, ela recebeu a missão de participar de atividades de recreação. Eulália Viana, 44 anos, participa há cinco, como voluntária. Casada com um funcionário do Mackenzie e mãe de um aluno da instituição, ela conta: "Acho importante você contribuir, de algum modo, para alguém que precisa", diz. Durante a chegada das crianças ela distribui pirulitos e acompanhou as mais novas nas escalada e no pula-pula.
Doar para quem precisa
Outra das várias atividades do evento, esta com o apoio da Divisão de Arte e Cultura da Universidade, ajudou, pela segunda vez consecutiva, a Casa de Abrigo Damian, um dos núcleos mantidos pelo projeto COR (Centro de Orientação à Família). A entidade atende 22 crianças e adolescentes em estado de abandono. Os produtos são arrecadados conforme a demanda da entidade. "Pedimos à Casa de Abrigo para fazer uma lista do que precisam. Neste ano, foram os materiais de limpeza e higiene pessoal", diz Sandra Vargas, 54 anos, auxiliar de limpeza. Líder desde o inicio deste projeto, Clerio Vieira, 42 anos, contou com a colaboração de seis voluntários. Para ele, "Essa iniciativa desperta a consciência das pessoas na questão do voluntariado".
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Happy B-day SAMPA!!
Titulada como terra da garoa por muitos ou pauliceia desvairada por Mario de Andrade é aqui, uma das maiores metrópoles onde junto a ela que histórias acontecem. A cidade mais acolhedora que existe, hoje faz 457 anos de história.
Nela está presente uma diversidade de etnias, tribos e sonhos que se encontram ou se fundem em algum momento. Por isso alguns dizem que a cidade não tem personalidade. Ué? Mas não será essa?!
Happy B-day SAMPA!!!
Que só quando cruza a Ipiranga e Av. São João
É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
Da dura poesia concreta de tuas esquinas
Da deselegância discreta de tuas meninas
Ainda não havia para mim Rita Lee
A tua mais completa tradução
Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e avenida São João
Quando eu te encarei frente a frente e não vi o meu rosto
Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto
É que Narciso acha feio o que não é espelho
E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho
Nada do que não era antes quando não somos mutantes
E foste um difícil começo
Afasto o que não conheço
E quem vem de outro sonho feliz de cidade
Aprende depressa a chamar-te de realidade
Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso
Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas
Da força da grana que ergue e destrói coisas belas
Da feia fumaça que sobe, apagando as estrelas
Eu vejo surgir teus poetas de campos, espaços
Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva
Pan-Américas de Áfricas utópicas, túmulo do samba
Mas possível novo quilombo de Zumbi
E os Novos Baianos passeiam na tua garoa
E novos baianos te podem curtir numa boa
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Chuvas que matam
Em São Paulo, algumas regiões como as zonas leste, sudeste, sul e marginal do rio Pinheiros voltaram a sofrer com as enchentes no ultimo dia 13, bastou alguns minutos e grandes alagamentos foram registrados. Já em Minas, a chuva determinou 70 municípios em estado de emergência.
Segundo o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) do inicio de janeiro até hoje a chuva totalizou 283,3 mm, o equivalente a 99,7% da média esperada para o mês e resultou em 14 mortos e mais de 120 pontos de alagamento, mas foi no Rio de Janeiro que a catástrofe alcançou o horror. O numero ultrapassa o de 300 mortos.
Na tentativa de alertar e salvar o Estado de mais mortes, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec) alertou a Defesa Civil sobre as fortes chuvas previstas, mas ela falhou. O aviso foi dado dias antes por e-mail à todas as Prefeituras e ignorado possibilitando o maior desastre na história do Estado desde 1967.
Diante de tal tragédia, uma reflexão é impossível de não ser feita: todos os anos acontecem os mesmos desastres e em proporções cada vez maiores, mas nada é feito. Quando providências serão tomadas de fato? Não se sabe!
O que chama a atenção é que chuvas acontecem em vários lugares do mundo, mas no Brasil acontecem prejuízos e mortes por falta de: o não aviso das autoridades; a não conscientização da população dos fatores de risco ao habitar morros e encostas sujeitos a deslizamentos, mananciais e várzeas de rios favoráveis a enchentes; áreas que deveriam ser preservadas, imobiliárias constroem aterros e asfalto sem compromisso algum com o coletivo e meio ambiente.
Enquanto a conscientização e providências não são tomadas, a população está aprendendo a ficar atenta ao próprio sinal que a chuva emite, o cheiro de terra molhada.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Um bairro mutante
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Lembrança árdua
domingo, 7 de novembro de 2010
Prefeitura montará esquema especial para reprimir comércio ilegal no GP Brasil de F1
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Muito além do inglês e do espanhol
Os idiomas tratados antes como excêntricos, hoje estão ganhando espaço na escolha de uma nova língua. Francês, italiano, alemão, árabe, chinês, japonês e entre outros se enquadram nessa realidade. Dominar outra língua pode fazer a diferença na procura de emprego. No centro paulistano a demanda desses cursos cresce e vai desde gratuito a pago.
“Todos os dias tem alunos interessados” afirma Maísa Kouris, 29 anos, secretária . Duas vezes ao ano (fevereiro e julho), o Centro Cultural árabe – sírio no Brasil abre inscrições para o curso de cultura e idioma árabe. Apesar da grande procura, a taxa de desistência é muito alta – mais ou menos de 40%, como explicou Kouris. Alguns dos motivos para que isso ocorra são a dificuldade no aprendizado e as diferenças na caligrafia e leitura.
Além de oferecer os cursos tradicionais (inglês e espanhol), há aquelas escolas que trazem na sua bagagem outras alternativas – alemão, francês, italiano, japonês, chinês. “Os que mais procuram chinês e japonês são os jovens”, conta Fabiana Borges, 33 anos, secretária da Skill Idiomas.
O que determina a procura entre os adultos, segundo Fabiana são a necessidade para viagens e mercado de trabalho. Já para as crianças, a iniciativa parte delas, “porque elas gostam da lingua”. Em contrapartida, Maísa, afirma que a maioria da procura do curso árabe é por curiosidade. "Uns 90% dos alunos são brasileiros e 10% descendentes”, aponta a secretária do Centro Cultural árabe.
Muitos jovens já sabem os idiomas básicos, inglês e espanhol. Consequentemente, outras línguas são procuradas. Isso faz com que a linguagem seja valorizada e que os idiomas alternativos aumentem as chances de um salário melhor. “Paga-se bem para quem fala árabe. Há poucos profissionais que a dominam”, diz Kouris.






